odos e isso sim é de grande valia!O Poder da Palavra de Deus
"Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim.
Quem vos recebe, a mim me recebe; e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou. Quem recebe um profeta em qualidade de profeta, receberá galardão de profeta; e quem recebe um justo na qualidade de justo, receberá galardão de justo. E qualquer que tiver dado só que seja um copo de água fria a um destes pequenos, em nome de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão". Mateus 10:34-42
"Porque eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como a palha; e o dia que está para vir os abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos, de sorte que lhes não deixará nem raiz nem ramo". Malaquias 4:1
"De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados.
Esquadrinhemos os nossos caminhos, e provemo-los, e voltemos para o SENHOR.
Tu te aproximaste no dia em que te invoquei; disseste: Não temas". Lamentações 3:39, 40, 57
"E não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando glória a Deus,
E estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para o fazer. (...)
Cremos naquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus nosso Senhor;
O qual por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para nossa justificação".
Romanos 4:20-25
terça-feira, 12 de maio de 2009
Morrer na Cruz é Fácil(!). Difícil é Ter o Poder de te Salvar.
odos e isso sim é de grande valia!segunda-feira, 11 de maio de 2009
Orientações para Odiar o Pecado (6)
Pense bem quão puros e doces deleites uma alma santa pode desfrutar de Deus em Sua santa adoração; e então você verá o que o pecado é, pois ele rouba-nos destes deleites e prefere uma luxúria carnal ao invés deles. Oh, com quão grande felicidade poderíamos realizar cada dever, quão grandes frutos poderíamos produzir servindo nosso Senhor, e que deleites encontraríamos em Seu amor e aceitação, e como pensaríamos mais na bem-aventurança eterna, se não fosse o pecado (Rm 7:17); o qual afasta as almas dos portões dos céus, e as faz cair, como um suíno, no seu amado lamaçal (Lc 15:15-16).
(continua...)
Fonte: http://www.puritansermons.com/baxter/baxter16.htm
Via: Voltemos ao Evangelho
Orientação por Richard Baxter
Tradução da Orientação: Joelson Galvão Pinheiro
Leia +
Orientações para Odiar o Pecado (5)
Orientações para Odiar o Pecado (4)
Orientações para Odiar o Pecado (3)
O cristão pode (deve) pensar
- "O cristão comum não percebe que há uma guerra intelectual em andamento em nossas universidades, nas revistas especializadas e nas associações de pesquisadores. O Cristianismo esta sendo atacado de todos os lados como irracional ou antiquado, e milhões de estudantes, nossa próxima geração de lideres, absorveram esta perspectiva.";
- "O anti-intelectualismo tem ceifado muitos jovens cristãos que são bombardeados intelectualmente ao entrarem nas universidades por um emaranhado de filosofias e conceitos anticristãos.";
- Sempre encontro pais cujos filhos abandonaram a fé porque não havia ninguém na igreja que podia responder as suas perguntas. Por amor aos nossos jovens, precisamos desesperadamente de pais informados e preparados para encarar as questões no nível intelectual".
A verdade é que o evangelicalismo de hoje ataca a intelectualidade como ataca um ídolo pagão. A ênfase sustentadora da fé não é mais a Escritura, mas as experiências subjetivas e “místicas”.
Em 1756, John Wesley pregou um discurso à um grupo de homens que se preparavam para o ministério e os exortou a adquirir habilidades intelectuais em áreas diversas do conhecimento humano para que assim pudessem argumentar com um pouco mais de competência. Em outro momento, Wesley usou uma de suas frequentes correspondências para exortar um liderado intelectualmente desestimulado. “Seus dons de pregador” escreveu à um deles, “não melhoraram; são iguais a sete anos atrás; você possui vida, mas não profundidade; há alguma monotonia em sua mensagem; não há amplidão de pensamento. Somente a leitura diária pode remediar isso, combinada com meditação e a oração. Você causa a si próprio graves prejuízos ao omitir tais coisas. Sem elas, você nunca chegara a ser um pregador profundo, e nem sequer um cristão completo”.
O fato é que precisamos acordar para os perigos da falta de preparo frente aos frequentes e cada vez mais ferozes ataques ao cristianismo. É necessário um preparo adequado para combatermos a acelerada proliferação das seitas e heresias. O renomado apologista e pesquisador Jan karel Van Baalen afirma em tom de exortação: "A resposta escolar “eu sei, mas não sei explicar”, engana somente o estudante. Se não soubermos responder ao argumento do sectário é porque não dominamos os fatos. É nosso conhecimento inadequado que nos obriga a abandonar o campo derrotados, desonrando o Senhor".
O próprio Lutero, apesar de não ser um apologista, se envolveu em calorosos debates acerca da sã doutrina, e ele mesmo disse: "Se não existissem as seitas, pelas qual o diabo nos despertasse, tornar-nos-íamos demasiadamente preguiçosos e dormiríamos roncando para a morte. A fé e a palavra de Deus seriam obscurecidas e rejeitadas em nosso meio. Agora, essas seitas são para nos como esmeril, para nos polir; elas nos amolam e estão lustrando a nossa fé e a nossa doutrina, para se tornarem limpas como um espelho brilhante. Também chegamos a conhecer Satanás e seus pensamentos e seremos hábeis em combatê-lo".
Fonte: Soli Deo Gloria (Resumo do post "A importância da apologética/Parte I by Daniel Grubba)"
Referências: J.P Moreland & William Lane Craig, Filosofia e Cosmovisão Cristã, p. 28.; William L. Craig, A veracidade da fé cristã, p. 12; Timothy George, Teologia dos Reformadores; Mateo Lelièvre, João Wesley sua vida e obra; Bíblia apologética.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Orientações para Odiar o Pecado (5)
Pense no propósito da existência da alma humana. Para que ela fora criada? Para amar, obedecer, e glorificar nosso Criador; e você verá o que é o pecado, pois ele perverte e anula esse propósito. Quão excelentemente grande e santa é a obra para o qual fomos criados e chamados para fazer! E deveríamos desonrar o templo de Deus? E servir ao diabo em sua imundície e tolice, quando deveríamos receber, servir, e glorificar nosso Criador?
(continua...)
Fonte: http://www.puritansermons.com/baxter/baxter16.htm
Via: Voltemos ao Evangelho
Orientação por Richard Baxter
Tradução da Orientação: Joelson Galvão Pinheiro
Leia +
Orientações para Odiar o Pecado (4)
Orientações para Odiar o Pecado (3)
Orientações para Odiar o Pecado (2)
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Quem faz a igreja crescer? Jesus Cristo ou a propaganda?

Quem ofereceu a renúncia como um bem? Foi ele. Jesus! O Cristo!
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Orientações para Odiar o Pecado (4)
(continua...)
Fonte: http://www.puritansermons.com/baxter/baxter16.htm
Via: Voltemos ao Evangelho
Orientação por Richard Baxter
Tradução da Orientação: Joelson Galvão Pinheiro
sexta-feira, 24 de abril de 2009
A Fé é Maior que a Vontade de Deus?
Ainda Sobre a Fé
Tenho para mim que a fé nunca agirá segundo as minhas palavras, mas sim segundo a minha confiança nas palavras de Cristo. A fé nasceu e culminará sobre a vontade de Cristo. Uma fé longe da vontade soberana seria uma fé vaga, sem valor, inexistente. As palavras de Jesus revelam a Sua vontade, a nós, e a toda humanidade. Fé seria crer na vontade de Cristo para as nossas vidas, tendo sempre a certeza que todo o controle pertence a Ele. Depositar esperança nas palavras e promessas feitas pelo Senhor, trata-se de fé operante, existente. Somos constrangidos pelo seu Espírito a crermos em Suas palavras. O Espírito Santo nos revela a Sua vontade, e nos enche de esperança que tais promessas se cumprirão. Não posso enxertar em meu coração uma fé fora da revelação do Espírito. É ele que sonda as vontades de Deus e as revela a mim.
O transportar montanhas mediante a fé, é única e exclusivamente sob a vontade do Senhor. Cristo é quem demonstra o alvo de nossa confiança. Caso Ele revele a Sua vontade de transportar montanhas (que simboliza nossos problemas, doenças, etc.), então minha fé reagirá segundo esta ação de Cristo, ao qual é: “Removerei as montanhas se creres na minha Palavra!”. Nunca as montanhas serão removidas segundo a minha vontade e fé, caso Jesus não tenha ordenado. O povo de Israel por vezes foi guerrear segundo a sua própria vontade, fé, e porque não, boa intenção. Com isto foram envergonhados, pois Deus não havia lhes comunicado palavra alguma para que a fé dos israelitas fosse despertada, como no caso: “Eu irei a vossa frente”, “O Senhor pelejará por vós”, “Eis que os tenho entregado nas vossas mãos”. A fé não se trata de uma criação humana, uma invencionice terrena. Engana-se quem acredita (E existem muitos!), que é possível explicar a fé no Deus criador através da ciência. A fé é inexplicável. Mas, não porque através dela milagres ocorrem, claro segundo a vontade de Deus. Mas, sim porque a fé é acreditar (crer) que somos alvos do amor e da vontade de um único Deus, e que este mesmo Deus, se comunica conosco através do sacrifício vicário de Cristo; o Deus que se vestiu segundo a semelhante forma do homem e fez sua moradia em meio aos pecadores. Por isto a fé é inexplicável. Seria simplório demais acreditar que a fé torna-se inexplicável simplesmente pelos efeitos dos milagres surpreendentes. A medicina por si é surpreendente. A fé é inexplicável, pois faz de nós humanos, adquirir uma vida submetida a uma vontade eterna e soberana, regidos por um amor inexplicável. Isto sim faz com que alguns tornan-se céticos e desacreditados sobre a fé.
Bem disse Ricardo Gondim: “Um Deus concebível pela mente humana seria menor do que a própria mente, já que conseguiu abarcá-lo. Esse deus seria, portanto, o resultado dos raciocínios, ou seja, um ídolo”. Uma fé explicável e compreendida não trata-se de fé, mas sim de um ídolo criado. Onde dou a ela formas e características que acho conveniente, segundo as minhas paixões. A verdadeira fé não sofre quaisquer metamorfose carnal do homem, pois ela é CONCEBIDA e ALIMENTADA por Cristo. Portanto, uma fé longe da Palavra do Senhor, e modelada conforme o meu desejo, é uma fé inexistente e incapaz de cumprir os desígnios de Deus em minha vida.
by Vitor Hugo da Silva
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Orientações para Odiar o Pecado (3)
Pense bem o quão santo é a obra e o ofício do Espírito Santo (Jo 14:16-19, Rm 8:9), e quão grande misericórdia isto é para nós (Mt 12:18, Ef 2:4-8). Irá o próprio Deus, a luz celestial, descer a um coração pecaminoso para iluminá-lo e purificá-lo? (Sl 119:9-12) E ainda devo manter minha escuridão e corrupção, em oposição a essa maravilhosa misericórdia? (Rm 8:5) Embora nem todo pecado contra o Espírito Santo seja uma blasfêmia imperdoável, tudo é ainda mais agravado por meio disso (Mt 12:31, Mt 15:19).
(continua...)
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Orientações para Odiar o Pecado (2)
(continua...)
Fonte: http://www.puritansermons.com/baxter/baxter16.htm
Via: Voltemos ao Evangelho
Orientação por Richard Baxter Tradução da Orientação: Joelson Galvão Pinheiro
Leia +
Orientações para Odiar o Pecado (1)
terça-feira, 7 de abril de 2009
Orientações para Odiar o Pecado (1)
.
.
Orientação I
domingo, 5 de abril de 2009
As migalhas de Jesus
E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me!
Ele, porém, respondendo, disse: Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos. E ela disse: Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores.
Então respondeu Jesus, e disse-lhe: O mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã. (Mateus 15:22-28 grifos meus).
I-n-c-r-í-v-e-l. Este texto é impressionante! Como pode um texto assim estar na Bíblia Sagrada? O que os triunfalistas, determinadores e mandantes de Deus pensariam deste texto? Será que as igrejas deles se encheriam de um povo que se contenta com migalhas? Eles sabem que não. Por isso oferecem reinos e majestades... aqui, neste mundo.
A fé daquela mulher cananeia "surpreendeu" Jesus. E quando Jesus se permite ser surpreendido, a condição para que isso aconteça vem Dele. Por isso, Ele diz: "Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos".
Diferentemente do que vimos hoje em dia, ela não determinou ou mandou Jesus atendê-la de imediato. Ela simplesmente O adorou como que dizendo: "Socorre-me, Senhor. (...) mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores ".
sábado, 4 de abril de 2009
Paul Washer: "Não Conhecemos o Evangelho de Jesus Cristo!"
sexta-feira, 13 de março de 2009
Espiritualidade pelos motivos errados
Eugene Peterson fala sobre mentiras e ilusões que destroem a Igreja.
Eugene Peterson: "Pensar que a espiritualidade é uma forma especializada de cristianismo, alguma coisa da qual se deve possuir um pouco, é um pensamento elitista. Motivações erradas levam a pensar assim".
Eugene Peterson tem uma vida inteira de livros publicada antes de A mensagem. E poderia-se argumentar que foram suas obras que levaram, pelo menos em parte, à renovação espiritual de pastores e leigos que ocorre hoje. Em livros como Um pastor segundo o coração de Deus, Corra com os cavalos, O pastor contemplativo e O pastor desnecessário, ele expôs a superficialidade do cristianismo e apresentou alternativas que estimulam e revigoram. Significativo notar, então, que Peterson voltou a escrever sobre a vida cristã em A maldição do Cristo genérico, publicado no Brasil pela Mundo Cristão. Esse livro é o primeiro de uma série planejada para cinco volumes, onde ele reunirá, de forma sistemática, temas que vêm abordando há cerca de 30 anos – formação espiritual, a Bíblia, liderança, a Igreja, pastorado e orientação espiritual.
O primeiro volume é uma obra-prima sobre teologia espiritual que combina análise cultural e exposição bíblica incisivas com uma visão abrangente e atrativa da vida cristã. Toda a obra de Peterson resultou de seu pastorado, especialmente na Igreja Presbiteriana Christ Our King, que fica em Bel Air, subúrbio de Baltimore, no estado de Maryland, Estados Unidos. Ele fundou a igreja, que tinha cerca de 500 membros 29 anos depois, quando deixou o pastorado. De lá, ele foi para o Seminário Teológico Pittsburgh e depois para a Regent College, em Vancouver, no Canadá. Hoje está “aposentado” e vive em seu estado natal, Montana, porém continua pastor de coração, e se preocupa profundamente com a vida cristã nas igrejas locais.
Quando Peterson estava concluindo A maldição do Cristo genérico, Mark Galli, editor-chefe da Christianity Today, conversou com ele sobre temas que surgiram por causa do livro e também por causa da vida de Peterson.
CHRISTIANITY TODAY: Que aspecto da espiritualidade causa mais interpretações erradas?
Eugene Peterson: Pensar que a espiritualidade é uma forma especializada de cristianismo, alguma coisa da qual se deve possuir um pouco, é um pensamento elitista. Motivações erradas levam a pensar assim. Outras pessoas ficam desanimadas com a idéia: "Não sou espiritual. Prefiro futebol, festas ou meu trabalho". Na verdade, eu tento evitar a palavra.
CT: Muitos pensam que espiritualidade envolve intimidade emocional com Deus.
EP: Trata-se de uma visão ingênua. Espiritualidade é a vida cristã. Seguir Jesus. Não é nada mais do que fazemos há dois mil anos – ir à igreja, receber os Sacramentos, ser batizados, aprender a orar e ler a Bíblia da maneira correta. Nada além dos atos comuns.
A promessa de intimidade é certa e errada. Existe intimidade com Deus, que é igual a qualquer outra. Faz parte da essência da vida. No casamento, não se sente a intimidade na maior parte do tempo, nem com amigos. Ela não é fundamentalmente uma emoção mística. É uma forma de vida, aberta, sincera e com certa transparência.
CT: A tradição mística não aponta em outro sentido?
EP: Uma de minhas histórias prediletas é sobre Teresa de ávila. Ela estava na cozinha, comendo um frango assado. Pegou-o com as duas mãos e começou a morder, devorando-o. Uma das freiras entrou e ficou chocada ao ver a cena. Teresa então falou: “Quando como frango, eu como frango; quando oro, eu oro.”
Se você ler a vida dos santos, verá que foram pessoas bem comuns. Há momentos de enlevo e êxtase, um a cada dez anos. E eram inesperados. Eles não faziam nada. Precisamos acabar com a ilusão das pessoas quanto à vida cristã. Ela é maravilhosa, mas não no sentido que muitas pessoas gostariam que fosse.
CT: Os evangélicos, porém, dizem que podem ter um “relacionamento pessoal com Deus”. Isso sugere um determinado tipo de intimidade espiritual?
EP: Essas palavras perderam o sentido correto em nossa sociedade. Se intimidade significar ser aberto, sincero, autêntico, sem véus, sem atitude de defesa, sem negação de quem eu sou, então tudo bem. Mas, em nossa cultura a intimidade costuma ter conotação sexual, com algum tipo de conclusão. As pessoas buscam intimidade porque desejam mais da vida. Raramente vemos a noção de sacrifício, doação e vulnerabilidade. São essas as duas formas diferentes de intimidade. E a palavra em geral tem a ver com receber alguma coisa da outra pessoa. Isso, de fato, estraga tudo.
Usar a linguagem da cultura para interpretar o evangelho é muito perigoso. Nosso vocabulário precisa ser apurado e testado pela revelação, pela Bíblia. Nosso vocabulário e sintaxe são excelentes, e devemos começar a dar atenção a eles, porque a forma como pegamos as palavras sem atenção, para cativar os incrédulos, não é muito boa.
CT: A palavra espiritualidade foi deturpada, mesmo nos meios cristãos – isso tem alguma relação com o movimento da Nova Era?
EP: A Nova Era é antiga. Está por aí há muito tempo. é um desvio pobre – acho que temos de usar a palavra – para chegar à espiritualidade. O movimento foge do que é comum, cotidiano, físico, material. é uma forma de gnosticismo com um apelo imenso, porque se trata de espiritualidade que não tem nada a ver com lavar pratos, trocar fraldas ou ir trabalhar. Não há muita integração com profissão, gente, pecado, problemas, inconvenientes.
Fui pastor a maior parte de minha vida, durante uns 45 anos. Amo ser pastor. Mas, para falar a verdade, as pessoas que mais me incomodam são as que chegam e perguntam: “Pastor, o que tenho que fazer para ser espiritual?” Esqueça esse negócio de ser espiritual. Que tal amar seu marido? Isso é um bom começo. Mas ninguém quer ouvir isso. Ninguém quer pensar em aprender a amar os filhos e aceitá-los do jeito que são.
Meu nome não deveria, nunca, estar ligado à espiritualidade.
CT: Mas, em geral, está.
EP: Sei disso. E há alguns anos assumi essa posição embaraçosa de professor de “teologia espiritual” na Regent College. Agora, o que fazer?
CT: Você faz a espiritualidade parecer muito mundana.
EP: Não quero sugerir que quem segue Jesus não se diverte, não tem alegria, nem exuberância, nem êxtase. Acontece que não somos o que os consumidores pensam que somos. Quando anunciamos o evangelho nos termos dos valores do mundo, mentimos, porque se trata de uma nova vida. Envolve seguir Jesus, envolve a cruz. Inclui morte, um sacrifício aceito. Abrimos mão de nossa vida.
O Evangelho de Marcos é bem claro quanto a isso. Na primeira metade do livro, Jesus mostra como as pessoas devem viver. Cura todos. Então, bem no meio, ele muda. Começa a mostrar como morrer: “Agora que vocês têm vida, vou mostrar como abrir mão dela.” Essa é toda a vida espiritual. Aprender a morrer. E, enquanto aprendemos a morrer, começamos a perder todas as ilusões, começamos a ser capazes de desfrutar de intimidade e amor verdadeiros.
Isso envolve um tipo de passividade aprendida, já que nossa forma básica de relacionamento é receber e submeter em vez de dar, ganhar e fazer. Não somos muito bons nisso. Somos treinados para ser positivos, pegar, aplicar, consumir, desempenhar.
CT: Arrependimento, morrer para si mesmo, submissão – nada disso é muito atraente para levar as pessoas à fé.
EP: Penso que no minuto em que você coloca a questão dessa forma você arruma um problema, porque vemos o mundo consumista, onde tudo se torna um produto que dá alguma coisa. Não precisamos de nada mais. Nada melhor. Buscamos a vida. Estamos aprendendo a viver.
Creio que as pessoas estão cansadas da postura consumista, embora estejam viciadas nela. Todavia, se apresentarmos o evangelho em termos de benefícios, colocaremos as pessoas no caminho da decepção. Estaremos mentindo.
A Bíblia não foi escrita assim. Nem foi dessa maneira que Jesus andou entre nós. Paulo não pregou nada disso. Onde arrumamos essas idéias? Temos um manual. Temos as Escrituras que, na maior parte do tempo, dizem: “Vocês estão no caminho errado. Voltem. A cultura está envenenando vocês”.
Você já percebeu que praticamente toda a cultura de Baal, em Canaã, se reproduz na cultura das igrejas? A religião de Baal busca fazer a pessoa se sentir bem. O culto a ele é uma imersão total no que você vai conseguir receber. E, claro, é um sucesso incrível. Os sacerdotes de Baal reuniam multidões vinte vezes maiores do que o número dos seguidores de Yahweh. Havia sexo, excitação, música, êxtase, dança. “Pessoal, aqui tem garotas! Estátuas, garotas e festas.” Era tudo maravilhoso. E o que os hebreus tinham a oferecer? A Palavra. O que é a Palavra? Bem, os hebreus pelo menos também tinham festas!
CT: Ainda assim, o maior atrativo, ou benefício, da fé cristã é a salvação, certo? “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo.” Não podemos usar isso legitimamente para atrair ouvintes?
EP: É a palavra mais sublime que temos – salvação, ser salvo. Somos resgatados de um estilo de vida em que não existe ressurreição. Somos salvos de nós mesmos. Uma definição de vida espiritual é que a pessoa fica tão cansada e saturada de si mesma que procura alguma coisa melhor, ou seja, seguir Jesus.
Mas, no momento em que começamos a proclamar a fé em termos de seus benefícios, não fazemos nada além de intensificar o problema do ego. “Com Cristo, você vai ficar melhor, mais forte, mais atraente, vai até ter alguma satisfação.” Isso não passa de mais egoísmo. O que queremos é que as pessoas fiquem entediadas com elas mesmas e passem a olhar para Jesus.
Todos conhecemos certo tipo de pessoa espiritual: maravilhosa, ama o Senhor, ora e lê a Bíblia o tempo todo. No entanto, só pensa nela mesma. Não é altruísta. Está sempre no centro de tudo que faz. “Como posso melhorar meu testemunho? Como posso aperfeiçoar o que estou fazendo? Que solução melhor posso encontrar para o problema dessa pessoa?” Tudo eu, eu, eu, sob um disfarce espiritual que não deixa perceber o egoísmo, porque as palavras espirituais nos desarmam.
CT: Então, como devemos visualizar a vida cristã?
EP: No domingo passado, na igreja, o casal que estava na nossa frente tinha duas crianças bagunceiras. Dois bancos mais trás havia outro casal, com duas crianças também bagunceiras, fazendo bastante barulho. A maioria da congregação é formada por pessoas mais velhas. é gente estabelecida, que já criou os filhos há muito tempo. Então, o culto não foi muito agradável; não foi um momento de adoração muito gostoso. Depois, porém, vi alguns dos idosos abraçando a mãe, tocando nas crianças, sendo simpáticos. Eles poderiam ter ficado irritados.
Agora, por que as famílias vão a uma igreja como aquela, já que podem ir a outras que têm atividades especiais para as crianças, ar condicionado e tudo mais? Bem, elas vão ali porque são luteranas. Não se importam de ter momentos desagradáveis! São luteranas norueguesas!
E essa mesma igreja recebeu, há pouco tempo, uma jovem com um bebê e um filho de três anos. As crianças foram batizadas há algumas semanas. Mas não tinha nenhum homem com a jovem. Ela nunca foi casada, as crianças têm pais diferentes. Ela apareceu na igreja e pediu para batizar os filhos. Ela é cristã e quer seguir a vida cristã. Um casal da igreja apadrinhou as crianças. Três ou quatro casais da igreja tentam se aproximar da jovem todos os domingos.
Agora, onde está a “alegria” nessa igreja? São noruegueses sérios! Mas há muita alegria. Há vida abundante, mas não da forma que a pessoa que não é cristã entende vida abundante. Acredito que há muito mais coisas acontecendo em igrejas como essa; elas são totalmente contraculturais. Estão repletas de alegria, fidelidade, obediência e cuidado. Mas, com toda certeza, não se percebe isso lendo sobre o crescimento da igreja.
E muitos cristãos olhariam para essa igreja e diriam que está morta, que não passa de uma expressão de fé institucionalizada.
Existe outra igreja além da institucional? Não existe igreja sem problemas, porque há pecado nela. Mas não existe outro lugar para ser cristão além da Igreja. Há pecado no banco e no mercado. Não consigo entender essa crítica ingênua à instituição. Não entendo mesmo.
Frederik von Hugel disse que a instituição da Igreja é como a casca das árvores. Não há vida nela. é madeira morta. Porém, protege a vida que está dentro da árvore. Com isso, a árvore cresce cada vez mais. Se removermos a casca, poderá adoecer, desidratar-se e morrer.
Então, sim, a igreja está morta, mas protege alguma coisa viva. E quando se tenta ter uma igreja sem casca, ela não dura muito. Desaparece, fica doente, tende a contrair todo tipo de enfermidade, heresia e narcisismo.
Quando escrevo, tenho a esperança de recuperar o senso de realidade da congregação – o que ela é. é um dom do Espírito Santo. Por que teimamos em idealizar aquilo que o Espírito Santo não idealiza? Não há, na Bíblia, nenhuma idealização da Igreja. De lá para cá temos dois mil anos de história. Por que demoramos tanto para entender?
CT: Depois da Reforma, entretanto, defendemos a idéia de que a Igreja pode ser reformada.
EP: Isso ainda não aconteceu. Sempre defendo reformas, mas pensar que podemos ter uma igreja totalmente reformada não passa de tolice.
Acredito que o pecado mais comum entre os pastores, talvez especialmente os pastores evangélicos, é a impaciência. Temos um alvo, uma missão. Vamos salvar o mundo. Vamos evangelizar todo mundo, fazer tudo que é bom e encher as igrejas. Isso é maravilhoso. Todos os alvos são corretos. Mas é um trabalho lento, muito lento, esse de lidar com almas, trazer as pessoas a uma vida de amor e alegria diante de Deus.
Então ficamos impacientes, começamos a tomar atalhos e usar todo tipo de meios. Falamos sobre os benefícios. Manipulamos as pessoas, ameaçando-as. Usando uma linguagem que é incrivelmente impessoal – que ameaça e manipula.
CT: Não é comum pensar na igreja como ameaçadora.
EP: Sempre que se usa culpa como instrumento para conseguir que as pessoas façam alguma coisa – seja ela boa, má ou neutra – acontece uma ameaça. E há também a linguagem de manipulação – convencer as pessoas a participarem de um programa, a se envolverem – em geral com alguma promessa.
Tenho um amigo que faz isso como ninguém. Diz sempre: “é preciso identificar as necessidades das pessoas. A partir daí, construímos um programa que atenda essas necessidades.” é muito fácil manipular as pessoas. Estamos tão acostumados a ser manipulados pelas indústrias da imagem e da publicidade e pelos políticos que praticamente não percebemos que estamos sendo manipulados.
Essa impaciência que leva a abandonar os métodos de Jesus para realizar a obra de Jesus é o que destrói a espiritualidade, porque usa meios não-bíblicos, contrários a Jesus, para fazer o que ele fez. Por esse motivo a espiritualidade, hoje, está tão desvirtuada.
CT: Mas muitos pastores vêem gente sofrendo em casamentos problemáticos, viciada em drogas, presa na cobiça. Com toda razão, desejam ajudar agora, e usam qualquer método que funcione.
EP: Tudo bem, mas alguma coisa sempre dá errado quando há impaciência. Como atender essa necessidade? Seguimos o exemplo de Jesus ou da cultura?
Espiritualidade não se relaciona a fins, benefícios, coisas; ela tem a ver com meios. é como agimos. Como vivemos na realidade?
Então, como podemos ajudar essa gente? As necessidades são imensas. Bem, fazemos como Jesus fez. Uma coisa de cada vez. Não podemos fazer a obra, o evangelho do reino, de forma impessoal.
Vivemos na Trindade. Tudo que fazemos precisa estar no contexto da Trindade, ou seja, é pessoal, relacional. No instante em que começamos a agir impessoalmente, funcionalmente, voltados para as massas, negamos o evangelho. E, mesmo assim, isso é o que mais fazemos.
Jesus é a Verdade e a Vida, mas, primeiro, é o Caminho. Não é possível fazermos a obra de Jesus com os métodos do diabo.
Isso me preocupa, porque muitos pastores ficam limitados com essas metodologias impessoais. Não há relacionamento nelas. Assim, voltam-se para o desempenho e o sucesso. Tudo é muito fácil em nossa cultura, pelo menos se você for alto e tiver um belo sorriso. E eles acabam perdendo a alma. Depois de 20 anos, não há mais nada neles. Alguns se deterioram. Tentam fazer tudo e não funciona, de modo que desistem, ou passam a fazer outra coisa. Provavelmente, 90% dos casos de adultério entre os pastores não se relaciona com a lascívia, mas sim com o tédio de não ter a vida romântica que achavam que iam ter.
CT: O que aconteceria se pensássemos em termos de relevância e não de necessidades? Muitos cristãos tentam pregar para a geração X ou Y, ou para os pós-modernos, ou para algum subgrupo, como músicos ou ciclistas – gente que considera a igreja típica irrelevante.
EP: Quando começamos a adequar o evangelho à cultura, seja ela dos jovens ou desta geração ou de qualquer outro tipo, extipamos a essência do próprio evangelho. A mensagem de Jesus Cristo não trata do reino deste mundo. Fala de outro reino.
Meu filho Eric organizou uma igreja nova há seis anos. Os presbiterianos têm um treinamento para novos pastores, onde eles aprendem o que devem fazer. Eric foi participar. Um dos professores disse que ele não deveria usar toga nem estola: “Você precisa se colocar no mesmo nível desta geração.”
Eric, sendo bom aluno e desejoso de agradar os colegas, não usava a toga. A igreja, no início, se reunia no auditório de um colégio. Ele começou a usar terno todos os domingos. Porém, quando chegou o primeiro domingo do Advento e ele ia servir a Santa Ceia, ele me disse: “Pai, eu não consegui fazer como o professor disse. Acabei vestindo minha toga.”
Os vizinhos dele, Joel e a esposa, frequentavam a igreja. Joel era o estereótipo perfeito do tipo de pessoa para quem se destinava o desenvolvimento das novas igrejas – classe média alta, gerente em alguma empresa, nunca havia sido membro de igrejas, totalmente secular. Eric pensava que ele ia à igreja porque eram vizinhos, ou porque havia amizade entre eles. Depois do culto do Advento, perguntou a Joel o que ele tinha achado da toga.
Ele respondeu: “Chamou nossa atenção. Conversamos sobre isso. Acho que estamos procurando, na verdade, um espaço sagrado. E nós dois concordamos: achamos que encontramos.
”Creio que precisamos ver o que é importante. Não vejo as pessoas se importando muito com o tipo de música ou com o formato do culto. Elas buscam um lugar onde Deus é levado a sério, elas também são, onde ninguém manipula as emoções delas nem suas necessidades de consumo.
Por que estamos presos nesse pensamento de publicidade e propaganda? Acho que isso está destruindo a Igreja.
Uma outra pessoa poderia entrar na igreja de Eric, ver a toga que ele está usando e ir embora, achando que é uma congregação religiosa e eclesiástica demais.
CT: Mas por que alguém vai à igreja, se não quer ser religioso? Para que essa gente vai à igreja?
EP: Claro que a situação tem outro aspecto. Se você freqüenta uma igreja onde todos desempenham o papel de religiosos, acabará fazendo o mesmo. Essa mentalidade de representação e desempenho existe na igreja dos surfistas como em qualquer outro lugar – estão todos representando um papel lá, também.
Mas aquilo em que estamos envolvidos inclui um mistério imenso. Será que teremos que acabar com o mistério para assumir o controle? A reverência não faz parte do centro da adoração a Deus?
E, se apresentamos uma entrega a uma fé despida de todo mistério, onde não há reverência, como as pessoas irão saber que existe algo mais além das emoções e necessidades delas? Está em curso alguma coisa muito maior do que minhas necessidades. Como poderei entender isso se o culto e a adoração na igreja estão centralizados em minhas necessidades?
CT: Algumas pessoas diriam que é importante ter um culto de adoração em que todos se sentem à vontade, para, assim, ouvirem o evangelho.
EP: Não concordo com isso. Tome o fato que contei, da família sentada à nossa frente no domingo. Ninguém estava à vontade. A igreja inteira foi incomodada.
CT: Mas, talvez, a congregação tenha vivido mais o evangelho, ao abraçar aquela pobre mulher, que estava profundamente envergonhada.
EP: Nunca saberemos, porque as pessoas não se limitam mais a apenas adaptar o ministério à cultura. Passaram a sacrificar o evangelho.
Penso no seguinte teste: Estou agindo como a história, os métodos e as maneiras de Jesus? Estou sacrificando relacionamentos, atenção pessoal, relação pessoal, em prol de um atalho, um programa para conseguir que as coisas aconteçam? Não é possível fazer a obra de Jesus de forma que ele não aprova – mesmo que pareça muito “bem-sucedida”.
Uma atitude que creio ser característica minha é permanecer na igreja local. Sou arraigado na vida pastoral, uma vida comum. Então, enquanto todo o glamour e imagem de espiritualidade acontecem em outros lugares, eu, para dizer a verdade, permaneço bem alheio. E olho tudo isso com desconfiança, de certa forma, porque me parece uma situação sem raízes, sem fundamento em condições locais, que são as únicas em que se pode viver a vida cristã.
Fonte: Cristianismo Hoje Via: Bereianos
Para conhecer mais o Pr. Eugene Peterson, clique aqui.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
A mesma ladainha triunfalista de sempre (até quando?)
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Atentai para os falsos profetas
Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?
Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.
Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.
Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda. E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina; Porquanto os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas." (Mateus 7:12-29).
Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto, não saiais. Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis. Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem." (Mateus 24:24-27).
Porque se levantarão falsos cristos, e falsos profetas, e farão sinais e prodígios, para enganarem, se for possível, até os escolhidos." (Marcos 13:21:22).
Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;" (1 Timóteo 4:1-2).
Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, do qual todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor.
E digo isto, e testifico no Senhor, para que não andeis mais como andam também os outros gentios, na vaidade da sua mente." (Efésios 4:14:17).
Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo.
Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo. Do mundo são, por isso falam do mundo, e o mundo os ouve.
Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro." (1 João 4:1-6).
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Importa que Ele cresça e que eu diminua
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Há 30 anos espero a volta de Jesus Cristo
Esperar só vale à pena quando o esperado, enfim, chega. E é quando chega, que olhamos para trás e vimos o quanto que foi árduo. E é exatamente por ser árduo que vale à pena, oras!
Isso se equipara com às aflições que temos no mundo, aflições essas, prometidas por Jesus. Você pode esbravejar e dizer: "Jesus não prometeu aflição nenhuma". Prometeu, sim! E prometeu para que a volta Dele valha à pena. E é por saber que valerá à pena que espero exatamente 30 anos por esse momento: "Rasgue os céus e desça, Senhor Jesus".
E quer saber? O que são 30, 42, 87, 127 anos para quem vislumbra a eternidade?
