O Poder da Palavra de Deus

"Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim.
Quem vos recebe, a mim me recebe; e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou. Quem recebe um profeta em qualidade de profeta, receberá galardão de profeta; e quem recebe um justo na qualidade de justo, receberá galardão de justo. E qualquer que tiver dado só que seja um copo de água fria a um destes pequenos, em nome de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão".
Mateus 10:34-42

"Porque eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como a palha; e o dia que está para vir os abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos, de sorte que lhes não deixará nem raiz nem ramo". Malaquias 4:1

"De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados.
Esquadrinhemos os nossos caminhos, e provemo-los, e voltemos para o SENHOR.
Tu te aproximaste no dia em que te invoquei; disseste: Não temas".
Lamentações 3:39, 40, 57

"E não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando glória a Deus,
E estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para o fazer. (...)
Cremos naquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus nosso Senhor;
O qual por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para nossa justificação".

Romanos 4:20-25



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domingo, 31 de outubro de 2010

Hoje é meu aniversário. Me disseram: "Você é um bruxinho" Respondi, sem titubear: Nada disso! SOU PROTESTANTE!

Halloween o caramba, viva a reforma protestante!

Fico pensando, quanto tempo perdemos combatendo o Halloween. É uma cultura americana, vivida por americanos, imitada por brasileiros e sem a força que as pessoas dão a ela. Os blogs estarão explodindo de post falando do que é halloween, da história do cabeça de abóbora, do diabo e tudo mais.

Mas esquecem de falar o mais importante, dia 31 de outubro é o dia da reforma protestante! Gente com Lutero, Calvino, Zuínglio e toda essa turma, deu o sangue por esse movimento que nos garantiu emancipação da ICAR. Tava tudo errado e os caras deram um basta no halloween espiritual que os padres estavam promovendo na época.

Ao invés de "um doce ou uma travessura", eles diziam: "Dinheiro vivo na minha mão ou uma alma no purgatório". Graças a Deus pela reforma protestante! Diante desse acontecimento tão grandioso, eu faço aquela cabeça de abóbora do Halloween de capacete e saio correndo por aí gritando "viva Lutero"!!!!!!!!

E no mais, tudo na mais santa paz!





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Martinho Lutero

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A RELEVÂNCIA DA REFORMA

A Reforma Protestante do século XVI foi um fenômeno variado e complexo, que incluiu fatores políticos, sociais e intelectuais. Todavia, o seu elemento principal foi religioso, ou seja, a busca de um novo entendimento sobre a relação entre Deus e os seres humanos. Nesse esforço, a Reforma apoiou-se em três fundamentos ou pressupostos essenciais:


1. A centralidade da Escritura


Os reformadores redescobriram a Bíblia, que no final da Idade Média era um livro pouco acessível para a maioria dos cristãos. Eles estudaram, pregaram e traduziram a Palavra de Deus, tornando-a conhecida das pessoas. Eles afirmaram que a Escritura deve ser o padrão básico da fé e da vida cristã (2 Tm 3:16-17). Todas as convicções e práticas da Igreja deviam ser reavaliadas à luz da revelação especial de Deus. Esse princípio ficou consagrado na expressão latina “Sola Scriptura”, ou seja, somente a Escritura é a norma suprema para aquilo que os fiéis e a Igreja devem crer e praticar. Evidentemente, tal princípio teve consequências revolucionárias.


2. A justificação pela fé


Outro fundamento da Reforma, decorrente do anterior, foi a redescoberta do ensino bíblico de que a salvação é inteiramente uma dádiva da graça de Deus, sendo recebida por meio da fé, que também é dom do alto (Ef 2:8-9). Tendo em vista a obra expiatória realizada por Jesus Cristo na cruz, Deus justifica o pecador que crê, isto é, declara-o justo e aceita-o como justo, possuidor não de uma justiça própria, mas da justiça de Cristo. Essa verdade solene e fundamental foi afirmada pelos reformadores em três expressões latinas: “Solo Christo”, “Sola gratia” e “Sola fides”. Justificado pela graça mediante a fé, e não por obras, o pecador redimido é chamado para uma vida de serviço a Deus e ao próximo.


3. O sacerdócio de todos os crentes


Igreja Medieval era dividida em duas partes: de um lado estava o clero, os religiosos, a hierarquia, a instituição eclesiástica; do outro lado estavam os fiéis, os leigos, os cristãos comuns. Acreditava-se que a salvação destes dependia da ministração daqueles. À luz das Escrituras, os reformadores eliminaram essa distinção. Todos, ministros e fiéis, são o povo de Deus, são sacerdotes do Altíssimo (1 Pedro 2:9-10). Como tais, todos têm livre acesso à presença do Pai, tendo como único mediador o Senhor Jesus Cristo. Além disso, cada cristão tem um ministério a realizar, como sacerdote, servo e instrumento de Deus na Igreja e na sociedade. Que esses princípios basilares, repletos de implicações revolucionárias, continuem sendo cultivados e vividos pelos herdeiros da Reforma.



by Alderi Souza de Matos

Fonte: http://www.mackenzie.br/6973.html

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Eu sei o sentido da Páscoa

Diante de tantos coelhos, ovos, chocolates e do famigerado apelo comercial, o que nos resta da Páscoa? Na verdade a pergunta não seria essa, pois essas coisas supracitadas que são o resto (Mt 6:33)!

Para aquele que crê no Redentor de nossas vidas, a Páscoa tem um tempestivo significado: o sacrifício (Ef 5:2) e ressurreição (1Pe 1:3) de Jesus Cristo.

O primordial desse sacrifício, foi o impacto que causou na vida de todos nós. Pois sacrifícios, existem muitos na história da humanidade. Contudo o sacrifício de Jesus é único, haja vista, que foi um sacrifício para salvar toda a humanidade, e não só um grupo ou etnia. E seria muito heróico, eu ou você, querermos morrer para salvar a humanidade da condenação eterna, sobremaneiramente não teríamos poder para tal. Jesus tinha (tem), pois ele é o Cordeiro de Deus (1Pe 1:19). Ele tinha (tem) esse poder porque era o próprio Filho unigênito de Deus, o Criador (Jo 3:16). Ele era (é) o próprio Deus! (Jo 12:45) E quem tem poder maior do que o Todo-Poderoso?

Entendendo todo o propósito da criação desde o Éden até hoje, fica fácil entender o que a Páscoa realmente significa para mim e para você.

Agora tem mais sentido e ficou mais emocionante comer o meu ovo de páscoa: Vou celebrar que o MEU REDENTOR VIVE! (Jó 19:25)

Obrigado, Jesus!

publicado pela primeira vez em 08/04/09

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Eu sei o sentido do Natal


Mais um ano, menos cabelos e mais um natal... e a mesma ladainha de sempre: presentes e o comércio bombando! Dessa vez, não vou dar uma de chato e falar que o natal é só comércio. Contudo, é muito bom que seja comércio, pois assim as pessoas têm emprego e alegria de comprar e presentear.

Mas chega de falácia e vamos ao que interessa que seja lembrado nessa data: o nascimento de Jesus! Vejam que lindo: "Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz" (Isaías 9:6).

É muito relevante para a história da humanidade esse nascimento. Até para os ateus, pois a maioria deles têm registrado em seu documento de identidade a seguinte informação: data de nascimento. Lá diz que ele nasceu, por exemplo, em 11 de janeiro do ano de 1984 depois de Cristo. Ou seja, ele confessa que nasceu depois de Cristo!

Mas seria relevante somente por esse fato? Claro que não!

Concordo que isso seja irrelevante para aqueles que não aceitam o fato da existência de Deus e que Jesus, o Cristo, não é o Deus encarnado na terra dos viventes. É muito duro reconhecer isso sem a fé e sem a transformação que isso poderá gerar em sua existência... é muito mais fácil raciocinar que viemos do macaco... sério!? Eu não! Preferiria ter vindo do cachorro, que é muito mais fiel!

É muito mais difícil compartilhar o raciocício de que Deus me criou e veio através de Jesus me resgatar e endireitar o meu caminho. Mas o que seria esse endireitamento? Ora, o próprio Criador me responde: "E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados, em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência. Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), e nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus; Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus. Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas." (Efésios 2:1-10).

E de bom grado, primeiramente nos amou: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna". (João 3:16).

É muito árduo beber deste cálice: se colocar no lugar de alguém que tem o poder de fazer qualquer coisa e se sujeitar a isso: "Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz".

Com esse propósito: "Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai." (Filipenses 2:6-11).

Debaixo dessa soberania universal que agradeço o privilégio de dizer: "Eu sei o sentido do Natal, pois na história tem o seu lugar. Cristo veio para nos salvar, o que Ele é pra mim?"

Então, Feliz Natal!


Publicado também em: 21/12/2008 01:30

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Quero ser como criança...

Diante de tantos absurdos justificados com a falsa fé, questiono: Quem é Jesus Cristo?

Respondo como criança: Um homem bom que mora no céu e no meu coração e que não me pede novecentos reais para demonstrar a minha fé.

"Quero ser como criança. Te amar pelo que És"

Sou uma criança inteligente e nenhum boboca engravatado vai tirar o dinheiro que o papai ganha com o suor do seu trabalho dizendo que as bênçãos correrão atrás dele. Ouviu bem, homem malvado e ladrão de doces! Humpft!

Papai me ensinou:
"Use sua fé para adorar a Deus e não para mandar Nele. Ele sabe de suas necessidades e irá supri-las no tempo e na hora Dele."

Quando crescer, vou entender o que ele quis dizer com isso!

Meu papai é manêro!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Os 61 anos do Estado de Israel e a proximidade do Arrebatamento da Igreja

Há 61 anos (14 de maio de 1948), estabeleceu-se o Estado de Israel. A existência do povo israelita é um fenômeno singular, racionalmente incompreensível, uma prova da existência de Deus. Séculos vêm e vão, povos florescem, alcançam seu apogeu, envelhecem e desaparecem. Mas Israel, ao longo de quase seis mil anos, não foi atingido pela lei da mortalidade dos povos.

Em 70 d.C., Jerusalém foi destruída pelos romanos, e, a partir de então, os judeus (sem território próprio) passaram a sofrer terríveis perseguições. Na Idade Média, foram queimados aos milhares em praça pública pela Igreja Romana, sob o domínio do inquisitor Torquemada. Durante a II Guerra Mundial (1939-1945), mais de seis milhões deles foram brutalmente assassinados. Essa perseguição durou até 1948. A partir desse ano, Israel vem colecionando muitas vitórias, tornando-se uma grande potência mundial. Sua tecnologia e seu modelo de administração são exportados para todo o mundo.

Logo após a proclamação do Estado de Israel, em 14 de maio de 1948, os exércitos de Egito, Jordânia, Síria, Líbano e Iraque invadiram o país, dando início à Guerra da Independência. Recém-formadas e pobremente equipadas, as Forças de Defesa de Israel (FDI) conquistaram uma expressiva vitória depois de quinze meses de combate.

Os israelenses, então, concentraram seus esforços na construção do seu Estado. David Ben Gurion foi eleito primeiro-ministro, e Jaim Neizmann, presidente. Em 1949, Israel se tornou o 59º membro das Nações Unidas, o que aumentou a fúria de seus inimigos, os quais até hoje insistem em não reconhecer a legitimidade do Estado de Israel.

Em 1956, sofrendo ameaças de Egito, Síria e Jordânia, Israel tomou a Faixa de Gaza e a Península do Sinai. Neste mesmo ano, de comum acordo com a ONU, começou a devolver as terras conquistadas. Essa atitude lhe proporcionou algumas vantagens, como: a liberdade para navegar no Golfo de Eliat e a permissão para importar petróleo do Golfo Pérsico.

Quando a paz parecia consolidada, irrompeu, em 1967, a Guerra dos Seis Dias. O Egito novamente, deslocando um grande número de tropas para o deserto do Sinai, ordenou que as forças de manutenção de paz da ONU se retirassem da área. Entretanto, mesmo com a ajuda militar de Jordânia e Síria, os egípcios sofreram outra humilhante derrota.

Invocando o seu direito de defesa, Israel desencadeou um ataque preventivo contra o Egito, no sul, seguido por um contra-ataque à Jordânia, no leste. Expulsou, ainda, as forças sírias entrincheiradas no Planalto de Golan, ao norte. E, em apenas seis dias, Israel conquistou a Judéia, a Samaria, Gaza, a Península do Sinai e o Planalto de Golan.

Em 1973, depois de anos de relativa calma, ocorreu a Guerra de Yom Kipur (Dia da Expiação, dia mais sagrado do calendário judaico). Egito e Síria atacaram Israel, dessa vez de surpresa. O exército egípcio atravessou o Canal de Suez, e as tropas sírias invadiram o Planalto de Golan. Em três semanas, Israel repeliu os ataques de forma milagrosa.

Havia, nas Colinas de Golan, 180 tanques israelenses para enfrentar 1.400 tanques sírios! No Canal de Suez, havia quinhentos israelenses para enfrentar 80.000 egípcios! Mesmo assim, em dois dias, Israel mobilizou seus reservistas e conseguiu fazer retroceder seus adversários, penetrando no território inimigo. Não fosse a intervenção da ONU, o Egito teria uma derrota arrasadora.

Depois dessa guerra, a economia israelense cresceu expressivamente. Os investimentos estrangeiros aumentaram, e, em 1975, Israel se tornou membro associado do Mercado Comum Europeu. Ademais, o turismo se tornou uma das principais fontes de renda do país.

Hoje, não há guerras. Mas há conflitos e uma permanente ameaça: os palestinos (povos árabes que formavam a população nativa da Palestina antes de 1948). Estes, depois de serem expulsos da Jordânia, em 1970, perpetraram repetidas ações terroristas contra as cidades e colônias agrícolas israelenses, causando danos físicos e materiais.

Esse breve relato das vitórias de Israel evoca uma pergunta: “De onde vem a força do povo judeu?” A verdade é que Deus impôs sua mão em primeiro lugar a esse povo. Dali o Senhor queria começar, para prosseguir até à recondução de todos os povos à sua comunhão de paz (Êx 19.5,6). Ao chamar Abraão, pai do povo israelita, Deus lhe disse: “... em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3).

Israel não foi fiel ao Senhor, trazendo sobre si duras conseqüências (Rm 11). Mas a Palavra de Deus diz que “o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado” (Rm 11.25). A julgar pelo florescimento dessa nação, nesses 61 anos, o tempo da plenitude gentílica está chegando. E tudo isso evoca a última oração da Bíblia: “Ora vem, Senhor Jesus” (Ap 22.20).


by Ciro S. Zibordi